Caros leitores, nesse segundo post do blog gostaria que vocês tivessem uma reflexão acerca do vídeo do Dan Ariely.
Dan Ariely é um professor americano de psicologia e economia comportamental.
Como instigação inicial, ele demonstra como ilusões de ótica servem de metáfora para a racionalidade humana. Como nossa intuição nos engana de forma persistente, previsível e consistente.
Se nosso cérebro possui uma área tão grande apenas para processar a nossa visão e temos uma carga evolutiva tão desenvolvida para desempenha-la com tanta eficiência, por que somos facilmente enganados por simples ilusões de ótica?
Somos "trapaceados" diariamente por nosso cérebro e isso é fácil provar em alguns casos (ilusões de óticas mostradas no vídeo), mas será que não cometemos também esses erros em assuntos que não temos especialidade evolutiva ou uma área especializada em nosso cérebro?
Dan levanta a bandeira de que cometemos muito mais erros do que pensávamos com ilusões cognitivas e não somos capazes de prová-los com tanta facilidade. Por exemplo, na área financeira, na área médica, em simples ou complexas tomada de decisões. Alguns exemplos nesse sentido são apresentados em didáticos vídeos para embasar essa sua hipótese.
É instigante, curioso e nos faz refletir sobremaneira !
Como instigação inicial, ele demonstra como ilusões de ótica servem de metáfora para a racionalidade humana. Como nossa intuição nos engana de forma persistente, previsível e consistente.
Se nosso cérebro possui uma área tão grande apenas para processar a nossa visão e temos uma carga evolutiva tão desenvolvida para desempenha-la com tanta eficiência, por que somos facilmente enganados por simples ilusões de ótica?
Somos "trapaceados" diariamente por nosso cérebro e isso é fácil provar em alguns casos (ilusões de óticas mostradas no vídeo), mas será que não cometemos também esses erros em assuntos que não temos especialidade evolutiva ou uma área especializada em nosso cérebro?
Dan levanta a bandeira de que cometemos muito mais erros do que pensávamos com ilusões cognitivas e não somos capazes de prová-los com tanta facilidade. Por exemplo, na área financeira, na área médica, em simples ou complexas tomada de decisões. Alguns exemplos nesse sentido são apresentados em didáticos vídeos para embasar essa sua hipótese.
É instigante, curioso e nos faz refletir sobremaneira !
Assistam e tirem tenha suas reflexões.
Fonte:
[1] https://www.youtube.com/watch?v=YXXl61yOmx0 (Acessado em 08/04/2014)
[2] Shiv, Baba; Carmon, Ziv; Ariely, Dan (2005), "Placebo Effects of Marketing Actions: Consumers May Get What They Pay For", Journal of Marketing Research XXII: 383–393
[3] Mazar, Nina; Ariely, Dan (2006), "Dishonesty in Everyday Life and Its Policy Implications", Journal of Public Policy & Marketing
[3] Mazar, Nina; Ariely, Dan (2006), "Dishonesty in Everyday Life and Its Policy Implications", Journal of Public Policy & Marketing
Pelo que pude observar, as técnicas de marketing certamente usam de ilusões cognitivas para fazer com que um produto se torne melhor do que outro, por detalhes que na prática não são realmente vantajosos.
ResponderExcluirOs assuntos poderiam ser um pouco mais resumidos
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