segunda-feira, 5 de maio de 2014

Como tomar decisões? Conheça os processos cognitivos ligados a isso.


   Os fatores que envolvem uma tomada de decisão, seja ela no âmbito pessoal ou profissional, é algo que já vem sendo estudado por diversos ramos da Ciência.
   Hoje iremos mostrar o cerne da questão através  da ótica do biologicista, Alexandre de Santi, e entender um pouco mais quais são os processos envolvidos nisso.




  Partindo para uma vertente menos técnica e mais impessoal de pesquisa, tem-se abordado na revista Super Interessante do mês de setembro de 2011, Alexandre de Santi, que expõe de uma observação biologicista sobre o processo de tomada de decisão. 
Ele diz de uma engrenagem cerebral composta por três instâncias capazes de determinar as decisões que tomamos. São elas a razão, o instinto e a experiência. Cada uma das instâncias, quando acionadas, isoladamente é responsável por produzir e/ou liberar substâncias químicas cerebrais capazes de determinar a forma com que o indivíduo irá lidar com a situação posta afim de realizar a tomada de decisão.

   Voltando nossos olhares à tomada de decisão sob âmbito de cunho cognitivo, podemos encontrar algumas semelhanças entre o que disse o autor Alexandre de Santi em sua publicação e o que diz a teoria da orientação profissional Clínico-Operativo, sobretudo tomando como referência o tripé que compõe sua base:  Autoconhecimento, Informação Ocupacional e Conhecimento das Influências:

Razão 

   Quando a matéria cita a razão como uma instância capaz de determinar decisões, ela a caracteriza por ser responsável pela frieza no momento da decisão, por realizar os cálculos das conseqüências das decisões. 

Instinto X Autoconhecimento

   É dado ao instinto, também enquanto instância capaz de determinar decisões, a característica de atuar em prol da vida através de lampejos, que, inclusive, pode preterir o que profere a razão. 

Experiência X Conhecimento das Influências   

   Por fim, quando Alexandre de Santi fala sobre a experiência, e para isso ele a caracteriza como uma espécie de arquivo cerebral capaz registrar fatos agradáveis e desagradáveis para serem utilizados como parâmetro para serem repetidas ou não, podemos correlacionar com o conhecimento das influências. Na medida em que o indivíduo tem clareza das pessoas, situações e fatos que exercem influências sobre ele, e aqui valem influências positivas e negativas, ele tem mais autonomia para administrar todos os elementos que, em maior ou menor grau, o afetam.

   Apesar de se tratar de visões acerca da tomada de decisão totalmente diametrais, é possível encontrar interseções interessantes que findam por aproximá-las. Mas diante destas diferenças valho-me em observar um fundamental detalhe que as impedem de caminhar lado a lado. A teoria biologicista descrita por Alexandre de Santi roga que no momento da tomada de decisão apenas uma das instâncias, razão, instinto ou experiência, será responsável por conduzir o indivíduo a uma determinada decisão. 

   Vários exemplos interessantes são mostrados e esmiuçados para o leitor sentir-se adentrado no tema. Realmente vale a pena conferir a matéria na integra. Veja-a através do link abaixo:

Fonte:
http://super.abril.com.br/ciencia/como-tomar-decisoes-646534.shtml   (Acessado em 05/05/2014)

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